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sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Oh! Walt Whitman!

"Portugal Infinito, onze de junho de mil novecentos e quinzeDe aqui de Portugal, todas as épocas no meu cérebro,Saúdo-te, Walt, saúdo-te, meu irmão em Universo,Eu, de monóculo e casaco exageradamente cintado,Não sou indigno de ti, bem o sabes, Walt,Não sou indigno de ti, basta saudar-te para o não serEu tão contíguo à inércia, tão facilmente cheio de tédio,Sou dos teus, tu bem sabes, e compreendo-te e amo-te,E embora te não conhecesse, nascido pelo ano em que morrias,Sei que me amaste também, que me conheceste, e estou contente"da "Saudação a Walt Whitman", de Fernando PessoaQuem foi este homem pelo qual perpassaram as obras de tantos outros, além de Garcia Lorca, Jorge Luis Borges, Gore Vidal, Neruda, José Marti, Fernando Pessoa, Maiakovski, Erza Pound, Harold Bloom, Allen Ginsberg, Jack Kerouac e os nossos Carlos Drummond de Andrade (A rosa do povo - 1945), Roberto Piva (Paranóia, 1963) e Carlos Felipe Moisés (Carta de Marear)?



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