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sábado, 23 de abril de 2011

Crimes paranoicos explodem por motivos fúteis, mostra Lacan

O psicanalista francês Jacques Lacan (1901-1981) foi um grande estudioso da mente humana. Interessado nos sintomas apresentados por paranoicos, obsessivos, castrados ou psicóticos, no começo da carreira entrou em contato com pessoas pertubadas e que cometiam crimes sem consciência dos acontecimentos.

O livro "Psicanálise Lacaniana",(Iluminuras) de Márcio Peter de Souza Leite, promove uma descoberta aos interessados em entender expressões como "paranoia de autopunição", "Castração", "Nome do Pai", "Estádio do Espelho", "Real, Simbólico e Imaginário", além dos questionadores diálogos lacanianos com as leituras de, James Joyce e Sade.

Análises de casos criminosos feitos por Lacan são transportados e estudados para o livro, a fim de mostrar o percurso inicial que levou Lacan a deixar de lado a psiquiatria e optar pela psicanálise e o retorno a Freud.

Logo no começo da obra, o leitor é apresentado a dois marcantes episódios: a do Caso Aimée e o crime das irmãs Papin.



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