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terça-feira, 29 de novembro de 2016

É a violência e o medo que nos iguala cada vez mais, diz Sidney Rocha

O escritor lança no próximo sábado (3/12), na Semana do Livro de Pernambuco, o seu novo livro de contos, Guerra de Ninguém

É a violência e o medo que nos igualam, cada vez mais, garante o escritor cearense radicado no Recife Sidney Rocha. Ao falar da guerra no seu novo livro de contos, o autor do premiado O Destino das Metáforas escolheu os “ninguéns”, os que são vítimas não importando quem vença.

As 22 narrativas de Guerra de Ninguém (leia crítica aqui) são repletas desses momentos que igualam grandes figuras históricas, o soldado insano e um filho banido.

A obra será lançada no próximo sábado (3/12), às 19h, na programação da Semana do Livro de Pernambuco, que acontece a partir de amanhã no Museu do Estado. Na mesa, Sidney vai conversar com o curador do evento, o crítico Schneider Carpeggiani.

ENTREVISTA

JORNAL DO COMMERCIO ­ Você costuma dizer que escreve uma obra só nos seus livros. Que capítulo dessa obra é Guerra de Ninguém?

SIDNEY ROCHA ­ É o capítulo da consciência exteriorizada ou vivida em cada objeto, um delírio, um conflito. Diria mais: o que há de agônico nas coisas que experimentamos, se para algo serve a experiência. De certa maneira um capítulo trágico, se levarmos em conta que muitas das situações desse livro mostram o paroxismo das ações de alguns personagens e seu fim inevitável.

leia entrevista completa com o autor



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