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Leticia Coura

Cantora, compositora, escritora e atriz, toca violão e cavaquinho.? Mestre em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo (USP 2021).

Lançou 2 discos solo: Bam Bam Bam e Letícia Coura canta Boris Vian, e 2 em parceria com a cantora e compositora Adriana Capparelli, Ao Contrário e Aos Contrários. Desenvolveu ainda trabalho em parceria com a banda alemã Schnaftl Ufftschik, com apresentações na Alemanha e Áustria.

Em 1999, criou com Beto Bianchi e Vítor da Trindade o trio Revista do Samba, com quem gravou 5 álbuns: Revista do SambaOutras BossasRevista Bixiga Oficina do SambaHortênsia du Samba (em parceria com a banda francesa Tante Hortense), e Samba do Revista. Com o trio tem se apresentado com frequência no Brasil e em festivais na Europa, Estados Unidos, Oriente Médio, Ásia e África.

Puxadora dos blocos de Carnaval Pau Brasil (2016), e do Bloco da Cambinda, no Embu das Artes (SP), desde 2011.

Escreveu e dirigiu Das Paredes, espetáculo que teve experimento virtual exibido em março 2021, com equipe toda formada por mulheres incríveis. Produziu em 2019 e 2020, com o Centro de Memória do Circo, o evento Festim Antropofágico, com artistas do Circo, do Teatro e da Música.

De 2001 a 2018 integrou a Companhia Teatro Oficina Uzyna Uzona, com direção de José Celso Martinez Corrêa, tendo se apresentado em diversas cidades brasileiras e ainda na Alemanha, Croácia, Portugal e Bélgica, em mais de 20 espetáculos.

Sua estreia no teatro em São Paulo foi cantando na peça I Love – Maiakovski e Lili Brik, direção de Beatriz Azevedo, com quem depois trabalhou na Ópera Urbana Zucco, com tradução sua do texto de Bernard-Marie Koltès (Teatro de Bernard-Marie Koltès – Editora Hucitec, 1995). Fez a direção musical dos espetáculos O Fantasma do Circo, de Verônica Tamaoki, e Retábulo da Avareza, Luxúria e Morte com o grupo Os Satyros, direção de Rodolfo García Vázquez.

Seu primeiro livro de contos, “Então é isso?!” foi lançado em 2016 pela Giostri Editora. Traduziu do francês Boris Vian, Guillaume Apollinaire, Alfred Jarry e Pierre Louÿs.


Foto: Maria Bitarello

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